Mágoa, raiva e ansiedade são os estágios da dor emocional

Na segunda pregação do dia, Maria Cristina Marangon disse às mais de duzentas participantes do terceiro Formando Pérolas do Estado de São Paulo, sobre os três tempos da dor emocional. Segundo a pregadora, o objetivo deste momento é “fazer com que vocês subam na graça pelo conhecimento e sejam enlevadas ao Espírito Santo, obtendo alegria”. O encontro estadual é realizado na Casa de Retiros Sagrada Família na rodovia João Leme dos Santos, Km 111, no bairro Itinga (1 km após a Ufscar), em Salto de Pirapora (SP).

A dor – continua Cristina – se estende em três estágios: dor presente, dor passada e dor do futuro. O primeiro estágio tem como consequência a mágoa, “que se não é liberado o perdão instantaneamente, será uma dor recorrente, você lembra da situação e aquilo dói”, explica. Já no segundo estágio, a pregadora pontua que “a dor é lembrada no presente como raiva, é mágoa sobre mágoa, essa mágoa “seca” e se transforma em raiva, por isso que você é grossa, amarga, áspera com as pessoas. E esse comportamento acontece em situações em que você se sente ameaçada, como se as pessoas fossem te ferir”. O último estágio se concretiza com a ansiedade, “é o medo do futuro, e aí você não consegue desfrutar nada na sua vida, porque está sempre preocupada com isso ou aquilo, essa dor rouba a sua alegria! Há uma agitação interior em ti por medo de sofrer no futuro aquilo que você sofreu no passado”, revela.

Voltando a passagem do segundo livro das Crônicas (II Cron 9, 1-4), a pregadora compara a rainha de Sabá a cada uma das presentes. Para ela, a rainha tinha uma dor que era um enigma [fazendo referência ao versículo 1a), uma dor silenciosa que esta carregava e que tirava a alegria. “Ao ser acolhida por Salomão, a rainha sente-se amada e revela ao sábio rei tudo que feria seu coração. E é assim que ela torna-se <<enlevada de admiração (II Cron 9, 4)>>”.

Cristina afirma que “com o coração curado de todas estas dores, as pessoas irão perceber a sua doçura e, não mais a amargura. Como a borboleta é afável em cima das flores, vocês serão afáveis e elegantes por meio do Espírito Santo”.

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