Ministério Jovem de São Paulo lança desafio penitencial para 2018

365 dias de Penitência. É este o tempo de duração do desafio lançado pelo Ministério Jovem de São Paulo para toda a juventude paulista. No primeiro dia de 2018, o MJ-SP publicou em suas redes sociais, durante a 9ª edição da Missão Jesus no Litoral, um vídeo convocando os jovens a participar desta ação. O desafio, segundo o coordenador estadual do MJ-SP, Adriano Gonçalves, consiste em retirar um alimento ou alguma ação do cotidiano como penitência, ao longo de todo este ano.

Vale destacar que a penitência só é válida quando se exclui alimentos ou atividades que gostamos de fazer, realizando assim uma verdadeira mortificação.

ASSISTA AO VÍDEO NA ÍNTEGRA AQUI

A moção, conforme o vídeo, que motiva a convocação está no livro do profeta Joel, que diz: “Tocai a trombeta em Sião, publicai o jejum, convocai a assembleia, reuni o povo (Jl 2,15)”. A publicação pede ainda aos jovens para compartilhar o vídeo usando a #DesafioAceitoMJSP. “Tem sido um tempo muito bom para a juventude, mas também temos sofrido muitos ataques, como Ideologia de Gênero, a propagação da Cultura de Morte, entre outras situações. Pensando nisto, sentimos de oferecer a Deus um grande sacrifício em prol a juventude”, conta Adriano.

A penitência tem também como intenções, eventos especiais que acontecerão este ano, como o: Encontro Nacional da Juventude carismática que acontecerá em São Paulo (local a definir); pelos jovens dos Grupos de Oração e pelo Sínodo dos Bispos que tem a Juventude como tema e será realizado em outubro próximo.

“Todos estão convocados a participar desta grande ação em prol a juventude, independente de idade ou do movimento/pastoral que segue”, destaca.

Por quê fazer Penitência?

Conforme o Catecismo da Igreja Católica (CIC), parágrafo 1431, “a penitência interior é uma reorientação radical de toda a vida, um regresso, uma conversão a Deus de todo o nosso coração, uma ruptura com o pecado, uma aversão ao mal, com repugnância pelas más ações que cometemos. Ao mesmo tempo, implica o desejo e o propósito de mudar de vida, com a esperança da misericórdia divina e a confiança na ajuda da sua graça. Esta conversão do coração é acompanhada por uma dor e uma tristeza salutares, a que os Santos Padres chamaram animi cruciatus (aflição do espírito), compunctio cordis (compunção do coração)”.

O catecismo ressalta ainda que, “Como já acontecia com os profetas, o apelo de Jesus à conversão e à penitência não visa primariamente as obras exteriores, «o saco e a cinza», os jejuns e as mortificações, mas a conversão do coração, a penitência interior: Sem ela, as obras de penitência são estéreis e enganadoras; pelo contrário, a conversão interior impele à expressão dessa atitude com sinais visíveis, gestos e obras de penitência (p. 1430)”.

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