Roberta Castro prega sobre “intimidade e simplicidade; pobreza e martírio”

A segunda pregação deste sábado (28/07) foi ministrada pela coordenadora nacional do Ministério de Música e Artes da RCC Brasil, Roberta Castro. A pregadora abordou os direcionamentos do ministério para este ano: “intimidade e simplicidade; pobreza e martírio”. O Congresso Estadual de Música e Artes de São Paulo iniciou nesta sexta-feira e se encerra no domingo (29). Aproximadamente 1 mil artistas de todo estado de São Paulo participam deste encontro.

Em um primeiro momento, Juninho Cassimiro e Roberta convida os artistas a orar com a canção “Ares da Adoração”, chamando-os à intimidade com Deus. A coordenadora motiva: “convença-O do que você quer falar para Ele”. Nesse clima, a pregadora começou a falar sobre o amor de Deus, mas sobre a visão que temos dele. Ela conta que, para este momento, o Senhor a lembrava da palavra do Semeador (cap.13 do Evangelho de São Mateus) em que a semente é perfeita e o que muda são os diferentes terrenos onde esta cai.

Em uma visualização, o Senhor mostrava a ela “um coração cheio de pedras e, estas pedras são as nossas feridas, marcas de desamor que nos impedem, muitas vezes, de compreender O amor verdadeiro de Deus por nós”. Dessa maneira, ela foi elencando uma série de situações que podem ter deixado marcas no coração, “marcas que se tornaram limitantes para a experiência do amor de Deus”.

Com a passagem da Carta de São Paulo aos Romanos, Roberta mostra e qualifica o amor de Deus como um amor eterno. “Deus nos ama, independente do que fazemos e, nos ama com amor eterno. Na nossa insegurança e marcas de desamor nos agarramos em tudo que é terreno (emprego, salário, família, doenças, pessoas) em nossa terra, porque achamos que isso é segurança e paz, mas na verdade não é”, explica.

Roberta Castro

Contudo, ela reforça que Ele nos prova como prova o ouro até ele se torne totalmente puro. E enfatiza: “Quando falo de perder suas inseguranças e se arriscar nas loucuras de Deus, é porque Ele sabe qual é a sua vida de verdade! Não é a cruz em si que importa, é Jesus!”.

Para ela o passo de confiança é viver o Martírio agora. Como exemplo de martírio, a pregadora recorda a história de São Filipe Néri que queria ser missionário na África – tempo este em que os cristãos eram martirizados por sua fé –, contudo, ao ir à Roma para ser enviado em missão, o santo deixa seu sonho e passa a cuidar de um orfanato ali. Ela conta que, “para São Filipe, morrer para si, para ter a vida em Cristo, significou desistir de ir para a África. Qual é o martírio que Deus te pede hoje?

Deus te ama tanto que, às vezes, vai te pedir tudo; que, às vezes vai te dizer não e, muitas vezes vai negar algo que você queria muito. E Ele te ama tanto que vai ‘tirar seu tapete’, suas seguranças. Deus não quer você pela metade, Ele te quer todo, por inteiro. E se depender dEle vai fazer de tudo para que seja assim. É hora de desapegar daquilo que você acha que é e é o melhor. E realmente confiar que Deus sabe o que é melhor para você!”, conclui.

Terminada a pregação, Roberta e Juninho conduziram um momento de oração de despojamento, de entregar a Deus aquilo que Ele nos confiou.

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